quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Álcool no Brasil

No Brasil, as principais bebidas alcoólicas mais vendidas e consumidas são cerveja, vodka, vinhos, uísque e coquetéis, e consumidas na sua maioria entre jovens a partir dos 13 anos até os 35 anos.
A bebida alcoólica é aceita na sociedade desde sempre, mas devido a “evolução” cada vez mais as bebidas contem um teor alcoólico maior, e seu consumo mais precoce,  o alcoolismo vem crescendo cada vez mais, sem falar dos acidentes graves e fatais que acontecem a cada minutos. Apesar de seus riscos, a propaganda destes é ainda muito alta e aceita, e o seu consumo é crescente.

E Devido ao o uso exagerado, o governo Brasileiro iniciou campanhas de conscientização e leis para evitar acidentes e transtornos, como por exemplo a lei seca com tolerância zero, e a proibição de menores de idade em casas noturnas. 
Grupo 4

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Situação do LSD no Brasil

A proibição e restrição ao uso de drogas não tem nem 100 anos no Brasil. A primeira lei que tentou controlar o uso de alguma substância foi formulada em 1921 após pressões internacionais em uma convenção em 1911. O mais estranho é ver que drogas muito pesadas e altamente viciantes não eram apenas permitidas: elas eram recomendadas pelos médicos para tratar doenças comuns.

Consumo do LSD no Brasil
Esporadicamente se tem notícias acerca do consumo de LSD-25 no Brasil, principalmente por pessoas das classes mais favorecidas. Embora raramente, a polícia apreende parte das drogas trazidas do exterior. O Ministério da Saúde não reconhece nenhum uso do LSD-25 (e de outros alucinógenos) e proíbe sua produção, comércio e utilização em território nacional.



Grupo 3

Situação do ecstasy e dos solventes no Brasil.

Ecstasy:
O Brasil assistiu no ano passado a um aumento significativo na apreensão de novos tipos de ecstasy, cujo risco é pouco conhecido, pois usam princípio ativo diferente. A mudança na fórmula da droga tem como objetivo fugir da lista de substâncias proibidas das vigilâncias sanitárias de todo o mundo.
Os tradicionais princípios ativos usados no ecstasy são o MDMA e o MDA, proibidos desde a década de 1980 no Brasil e no mundo. Para fugir da legislação sanitária, traficantes europeus passaram a produzir comprimidos com substâncias que causam efeitos semelhantes aos dos ativos originais e que não estivessem na lista de produtos proibidos, conhecido como o ecstasy "genérico". As drogas que passaram a substituir as substâncias proibidas são o mCPP, BZP e TFMPP, iniciais de princípios ativos. No Brasil, a primeira apreensão deste tipo feita pela Polícia Federal foi em 2006: um comprimido no Estado de Mato Grosso do Sul. Dois anos depois, o ecstasy "genérico" apareceu em sete Estados do país. No ano passado, foram apreendidos até maio 14.127 comprimidos do tipo, o que representa 28% do total apreendido pela PF. Depois do crescimento das apreensões, a polícia solicitou à Anvisa a listagem das substâncias --termo usado para proibição ou controle do uso de produtos. O mCPP foi proibido em novembro de 2008, enquanto o BZP e o TFMPP, em fevereiro do ano passado.

Solventes:
O uso de solventes, para fins de abuso, é no Brasil uma questão de saúde pública pela extensão que os dados epidemiológicos apontam. No recente Levantamento Domiciliar realizado pelo CEBRID em 2001, que mostra o uso de drogas pela população em geral, os dados revelam que as porcentagens de uso na vida de solventes ficam atrás apenas do Reino Unido e EUA. Depois do álcool, tabaco e da maconha são as principais drogas consumidas no Brasil, 5,8% da população já fez uso pelo menos uma vez na vida. Outros levantamentos realizados em segmentos da população brasileira também mostram que essa é uma questão importante. Assim, entre os estudantes de 27 capitais deles já haviam feito uso na vida de solventes, a primeira com mais uso na vida entre os estudantes, quando se exclui da análise o álcool e o tabaco. O uso na vida entre crianças e adolescentes em situação de rua,os brasileiros, foram de 26,6% em 2003. De acordo com o II Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil - estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país, realizado em 2005 pela Secretaria Nacional Antidrogas – Senad em parceria com o Cebrid/Unifesp e que envolveu 7.939 pessoas, entre 12 e 65 anos - revelou que o total de usuários de Solventes foi bem maior para o sexo masculino (10,3%) do que para o feminino (3,3%). A maior prevalência masculina ocorreu em todas as faixas etárias com exceção daquela de 12 – 17 anos. A maior quantidade de entrevistados relatando uso na vida ocorreu na faixa etária de 18 – 24 anos.
G2



A situação da cocaína no Brasil


Em um relatório recente das Nações Unidas,mostrou que o Brasil é um dos poucos países no mundo onde o consumo de cocaína e crack está aumentando. A explicação deve ser por razões regionais. Nesse sentido a maior produção de cocaína por países como a Bolívia deve fazer parte da maior oferta e distribuição da cocaína e do crack em praticamente todos os estados  do Brasil. Como não somos um país produtor de cocaína, estamos sujeitos a essas forças externas do tráfico internacional. Portanto deveríamos adotar políticas vigorosas para diminuir o fluxo de cocaína no Brasil. Já foi apontado também que toda essa cocaína não seria produzida se não houvesse uma rede sofisticada de produtos químicos para ajudar nesse processo. O único país da região com condições de fornecer esses produtos é o Brasil. Portanto esforços vigorosos deveriam ser feitos para identificar as empresas que estão fornecendo esses produtos e fecharmos esse fluxo de exportação clandestina.
G1

domingo, 15 de setembro de 2013

Situação da maconha no Brasil

A maconha é a droga ilícita mais tolerada pelos brasileiros. Embora o consumo tenha aumentado regularmente nos últimos anos, a polícia prende menos usuários, a justiça condena pouco e a escola aceita mais. Dados da Secretária de Segurança Estadual do Rio de Janeiro mostram que o número de pessoas flagradas com maconha vem diminuindo consideravelmente. Em apenas um ano, houve uma redução de 60 %,  no Estado de São Paulo, foi de 30%. Em Porto Alegre, os casos caíram pela metade. A Situação é semelhante em outras capitais brasileiras. A análise dos últimos censos penitenciários não deixa margem de dúvidas; o volume de condenações por uso de drogas caiu nos últimos 20 anos. Entre as maiores escolas particulares do país, o número de expulsões relacionadas com o uso de maconha também baixou. Hoje, apenas um de cada dez casos, o estudante é convidado a se desligar do estabelecimento.

G6

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Situação da cocaína no Brasil

 Segundo um estudo feito pela Unifesp, o Brasil é o segundo consumidor mundial de cocaína, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
   Em 1987, 1989, 1993 e 1997 uma amostra de estudantes de 10 capitais foi entrevistada e o uso de cocaína entre os estudantes foi de 2 %%, sendo que na região norte atingiu 
2,9%, sudeste 2,3%, centro-oeste 2,1%, sul de 1,7% e nordeste de 1,2%.
 Em relação aos quatro estudos anteriores, houve um aumento significativo do 
consumo de cocaína entre os estudantes das capitais nordestinas (Salvador, 
Recife e Fortaleza). No Sudeste, apenas São Paulo manteve a tendência dos 
últimos levantamentos, com aumento do consumo em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Não houve alteração do consumo de cocaína entre os estudantes das 
capitais sulinas (Curitiba e Porto Alegre). 

G-6

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Maconha situação no Brasil

    Em apenas dez anos, o consumo da maconha quadruplicou entres os adolescentes de 16 a 18 ano, e a tolerância aumentou. A polícia, justiça e a escola tem punido menos os usuários.  A maconha é uma droga ilícita mais tolerada pelos brasileiros, embora o consumo tenha aumentado, os policiais tem prendido menos, a justiça condenando menos e a escola aceitando mais.     Em relação a maconha, há vários casos registrados de dependência  mais em consideração a população não são frequentes. Comparada com as outras a maconha e a menos indutora de dependência química. Com um calculo aproximadamente quase 700 toneladas de maconha são consumidas por ano no país, é quantidade suficiente para 700 milhões de cigarro e para satisfazer 5 milhões de usuários.

G5

Cocaína , situação no Brasil


Das 80 toneladas de cocaína que passam pelo Brasil anualmente, 40 toneladas ficam no país para consumo próprio, enquanto isso as outras 40 são traficadas , pelos países africanos, destinado ao continente Europeu.
Dados da ONU (Organização das Nações Unidas) informaram baseados em apreensões feitas em 2008, que o Brasil é o ‘’principal corredor de cocaína no mundo’’.
Atrás dos EUA, o Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína, segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (LENAD). Esse estudo mostrou que o país corresponde atualmente por 20% do mercado mundial de drogas. Além disso foi informado também que mais de 6 milhões de brasileiros já usaram cocaína com o decorrer de sua vida.


    G3

Cocaína apreendida em laboratório de refino em Guatapará, SP (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Anfetamina

O Brasil é um dos maiores consumidores de medicamentos anfetamínicos e a maior parte dos usuários são mulheres que os utilizam para o emagrecimento.

http://www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Dados_Estatisticos/populacao_brasileira/II_levantamento_nacional/Substancia/326830.pdf

O Cebrid, em 2004, realizou o V Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública de Ensino, nas 27 Capitais Brasileiras, ouvindo 48.155 estudantes.

Neste estudo foi constatado que 3,7% dos estudantes fizeram o uso de algum anfetamínico na vida, 3,2% no último ano e 1,9% no último mês. Quando o uso na vida é relacionado às regiões do Brasil relatou-se que na Região Centro-Oeste 4,6% da população estudada fez uso na vida dessas substâncias, já nas outras regiões as taxas foram: Região Sul, 4,1%, na Região Nordeste 3,6%, na Região Norte 3,4% e na Região Sudeste 3%.



 G1

Maconha: Situação no país.

A situação legal da maconha no país vem ganhando, cada vez mais, espaço nas rodas de debate pelo Brasil afora.
Com relação a situação de sua rota, seu maior fornecedor é ele mesmo, mas como a demanda do uso de maconha no país é muito alta, seu maior fornecedor internacional é o Paraguai.
A droga já ganhou inclusive uma marcha, com milhares de seguidores, a favor da sua liberação.
Por ter uma lei muito aberta com relação à posse de drogas é difícil definir a situação dos usuários e dos traficantes em território nacional, a lei define que quem rotula os portadores de drogas de fonte desconhecida são os policiais, no momento do flagrante.

G4

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Trazidas do Exterior

   Grande parte dos LSD's apreendidos pela polícia no Brasil são importadas de outros países, a droga não é reconhecida pelo Ministério da Saúde e proíbe sua fabricação, comércio e uso dentro do Território Nacional.
   O maior número de brasileiros usuários da droga, são as classes mais altas da sociedade.



G3

Situação do LSD no Brasil

LSD é uma abreviação usada para dietilamida do ácido lisérgico. Trata-se de uma droga alucinógena, sintética, isto é, fabricada em laboratório, de uso oral (é ingerida), que não possui odor, sabor ou cor, é mais comumente utilizada, por adolescentes e jovens. De acordo com a Organização Mundial da Saúde e as Nações Unidas o LSD é uma droga proscrita, ou seja, proibida. No Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece o uso médico, portanto, ficam proibidas a sua produção, o uso e o comércio, considerando-se crime, e caso a pessoa enquadre-se em alguma(s) dessas situações, estará sujeita às penas da lei. GRUPO 6

A situação da maconha no Brasil


Atualmente, essa substancia causa dependência e pode ter efeito devastador sobre a saúde do usuário, esta em vigor desde 2006 a terceira legislação sobre a droga:  considerada crime tanto o consumo quanto a comercialização, em borá em graus bem diferentes. Por isso, a punição ao usuário é mais branda do que à aplicada ao traficante. A situação sobre a legalização da Maconha no Brasil com a alteração na lei 11.343/06 art.28. Quem adquirir guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas  sem autorização ou em desacordo...
Mas esse assunto ainda está com muitas polêmicas.

G5

Situação no Brasil

Solventes

De acordo com o II Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil - estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país, realizado em 2005 pela Secretaria Nacional Antidrogas – Senad em parceria com o Cebrid/Unifesp e que envolveu 7.939 pessoas, entre 12 e 65 anos - revelou que o total de usuários de Solventes foi bem maior para o sexo masculino (10,3%) do que para o feminino (3,3%).A maior prevalência masculina ocorreu em todas as faixas etárias com exceção daquela de 12 – 17 anos. A maior quantidade de entrevistados relatando uso na vida ocorreu na faixa etária de 18 – 24 anos.O número de dependentes, segundo os critérios do SAMHSA, foi de 0,23% dos entrevistados, sendo 0,27% entre os homens e 0,20% para as mulheres. Na faixa etária de 12 – 17 anos, a porcentagem atingiu 0,81%.Hoje, o consumo de solventes se dá muito em países do chamado Terceiro Mundo, enquanto que em países desenvolvidos a freqüência de uso é muito baixa.Os solventes são drogas muito utilizadas por meninos em situação de rua como forma de, por exemplo, sanar a fome; e por estudantes de 1º e 2º graus dado seu fácil acesso e baixo custo.
Ecstasy

Hoje, nesse que pode ser considerado um segundo momento na história do consumo de ecstasy no Brasil, a realidade é bem diferente. O traficante da droga não é mais o jovem de classe média e os comprimidos podem ser encontrados em bocas-de-fumo e coca. A polícia, por sua vez, não apenas conhece o perfil desses infratores como apreende cada vez mais comprimidos e desarticula organizações poderosas. Tanto é assim que na semana passada o Denarc de São Paulo prendeu o maior traficante de ecstasy das regiões Sul e Sudeste do Brasil. Pan Augusto de Faria Lê, 27 anos, um suposto DJ, era, segundo os investigadores, a cabeça de uma organização responsável por abastecer o Skol Beats, festival de música eletrônica que acontece no sábado 16 com nada menos que quatro mil pastilhas de ecstasy. Com essa operação, em apenas quatro meses o Denarc contabiliza a apreensão de oito mil comprimidos de MDMA, o mesmo que foi retido ao longo de todo o ano passado.

G4

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

SITUAÇÃO DO ÁLCOOL NO BRASIL

O Brasil é um dos maiores consumidores de álcool segundo a OMS(organização mundial da saúde)mostra que os brasileiros consomem mais ou menos 18,5% litros de álcool puro por ano (esse levantamento feito pelo site:http://www.parana-online.com.br/ e não inclui jovens menores de 18 anos que bebem .Não é muito difícil chegar á essa porcentagem já que nos dia de hoje quando vamos a balada e compramos uma bebida ou destilado ele tem 350 mililitros ou seja 17,5% de mililitro de bebida pura!
 G3

Situação do Ecstasy e Solvente no Brasil

Hoje, nesse que pode ser considerado um segundo momento na história do consumo de ecstasy no Brasil, a realidade é bem diferente. O traficante da droga não é mais o jovem de classe média e os comprimidos podem ser encontrados em bocas-de-fumo e coca. A polícia, por sua vez, não apenas conhece o perfil desses infratores como apreende cada vez mais comprimidos e desarticula organizações poderosas. s solventes ocupam o segundo lugar entre as drogas ilícitas mais usadas no país, de acordo com pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID). A primeira é a maconha. Entre a população de 12 a 65 anos, o índice é de 5,8% entre os que já usaram alguma vez na vida, maior que na Espanha (4,0%), na Bélgica (3,0%) e Colômbia (1,4%), por exemplo. G4

domingo, 8 de setembro de 2013

Alcoolismo no Brasil - G5

O Brasil está na lista de países com aumento do uso excessivo de bebidas alcoólicas. O consume abusivo é todo aquele que bebe 60 gramas ou mais de álcool puro, uma vez por semana ou mais. Os homens são os que mais fazem o consumo de risco em relação as mulheres. Os brasileiros consomem 6,2 litros de álcool puro por pessoa, A média mundial é 6,13 litros de álcool per capita. A bebida mais consumida pelos brasileiros continua sendo a cerveja, seguida por destilados e vinhos. 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) destaca que a Lei Seca no Brasil é um exemplo de política pública para reduzir o uso abusivo de álcool que deve ser seguido. Existe multa, perda de carteira e apreensão do carro para os motoristas que bebem uma lata de cerveja ou uma taça de vinho antes de dirigir. Se o consumo for superior a isto a pessoa pode responder a crimes de trânsito, com pena de prisão de seis meses a três anos.
Todos os anos mais de 2,5 milhões de pessoas morrem graças ao consumo de bebidas alcoólicas. O Ministérios da Saúde já identificou aumento de 16,2% para 18,9% o percentual de brasileiros que declaram ter abusado do álcool.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A situação da cocaína no Brasil :

Durante o decorrer dos anos, o consumo da cocaína no Brasil só vem aumentando .. O percentual de pessoas que usaram cocaína em 2001 era de 0,4%, A proporção de indivíduos que já usaram cocaína pelo menos uma vez entre 2004 e 2005 era de 0,74% entre 7.939 entrevistados. Hoje, segundo a ONU, o percentual de consumidores de cocaína atingem 1,75% da população, entre 15 e 64 anos de idade. G2- 3ºE