sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Tratamento da Cocaína

O vício da cocaína é às vezes tratado com 2,5 mg/kg de desipramina, um antidepressivo, sendo a dose reduzida aquando da administração conjunta com metadona. Se o paciente está agitado deverá administrar-se benzodiazepinas. Se o indivíduo estiver com hipertermia deverá diminuir a sua atividade, tomar banho em água fria ou tépida. Os antipiréticos não são eficazes. O diazepam IV na dose de até 0,5 mg/Kg, administrado por um período de 8 horas é eficaz no controle de convulsões. Os pacientes com hipotensão deverão receber fluidos intravenosos. A hipertensão e a taquicardia não requerem na maioria dos casos tratamento específico pois são normalmente transitórias. As arritmias ventriculares podem ser tratadas com benzodiazepinas para diminuir a estimulação do sistema nervoso simpático e com bicarbonato de sódio ou lidocaina como agentes antiarrítmicos. Podem ainda ser controladas com sucesso pela administração de 0,5 a 1,0 mg de propranolol IV. A isquemia do miocárdio deve ser tratada com benzodiazepinas, aspirina e nitroglicerina sublingual. Os antagonistas beta-adrenérgicos não devem ser usados em pacientes com isquemiado miocárdio porque aumentam a vasoconstrição arterial e diminuem a circulação sanguínea. A rabdomiólise requer hidratação, manitol como diurético, bicarbonato de sódio para alcalinizar a urina e hemodiálise se há falha do rim. Psicoterapia individual e de grupo, terapia familiar e programas de assistência pessoal em grupo, frequentemente são úteis para induzir a remissão prolongada do uso da droga. No entanto, nenhuma medicação disponível é segura e altamente eficaz para a desintoxicação da cocaína ou manutenção da abstinência. G2

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Tratamento LSD

O consumo agudo de LSD é caracterizado por episódios de pânico e de distorções visuais, acompanhados por vários tipos de delírios. As informações fornecidas por amigos do usuário são importantes para o diagnóstico. A maioria dos usuários de LSD nunca procura tratamento. Um ambiente tranquilo e escuro e uma conversa serena e não ameaçadora podem ajudar um usuário que está tendo uma “viagem ruim”. Um indivíduo que apresenta uma psicose prolongada pode necessitar de um tratamento psiquiátrico. Atualmente vários segmentos da sociedade, como por exemplo, governamentais, religiosos, estudantis saúde e ONGs mobilizam-se em busca de ajudar à salvar jovens, adolescentes, adultos e crianças que entram num túnel onde na maioria da vezes precisam de outros para enxergar a luz! GRUPO 6

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Solvente Ecstasy, forma de tratamento


O ecstasy e o solvente são drogas 

devastadoras , também tem seu 


tratamento com profissionais da saúde o 


medico psiquiatra é o mais indicado 


para tratar desta dependência que 


causa , depressão, ansiedade, hiperatividade e 


déficit de atenção , que devera ser 


tratado com medicamentos para isso, o 


mais importante do tratamento é a 


ajuda dos familiares e dos amigos.



G4

Como tratar ecstasy e solventes?

"O tratamento do uso de ecstasy e solventes é, na maioria das vezes, por controle de uso da substância, diminuindo-se as quantidades até cessar o uso. Casos mais graves podem requerir ajuda psicológica e/ou social, mas comparados aos outros tipos de drogas, possuem efeito dependente reduzido, assim o usuário tende a livrar-se do vício mais facilmente." G4

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Motivação, um tipo de tratamento para a Maconha



Em casos graves, quando o usuário está muito comprometido, a internação hospitalar é necessária e fundamental para dar início à recuperação. Nesse sentido, os hospitais funcionam bem.

Depois da alta, o apoio de grupos de auto-ajuda é excelente.
Os "padrinhos" que adotam um novo usuário cuidam dele como se fossem um filho. A única obrigação desse "filho" é ligar para o "padrinho" quando a vontade de usar a droga começar a ser despertada. É a força da coletividade agindo sobre o indivíduo necessitado, a ajuda ao dependente é a melhor opção no meu ponto de vista pois, você pode internar a força, mas não pode forçar o dependente a parar de consumir a droga apos a internação, a motivação conta muito.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             G5

Maconha: Tratamento

A maconha tem tratamento em clínicas para dependentes químicos e obviamente o esforço e a vontade do paciente influência muito em tudo isso. O tratamento para a "cura" deste vicio, é divida em 2 fases em muitas das clínicas para dependentes .

1° Fase - Desintoxicação e introspecção: O processo de desintoxicação é indicado para livrar o corpo da substância que causa dependência, visando quebrar a “rotina” do vício , o tratamento que consegue regenerar as áreas cerebrais que a droga afetou e inibir a compulsão. A desintoxicação é o método mais eficaz de lidar com a “fissura” e o os sintomas da abstinência do vício da substância. O tratamento tem como objetivo principal a reestruturação cerebral restabelecendo a produção contínua da Dopamina e da Serotonina, dando ao paciente a capacidade de sentir prazer sem a necessidade de estímulos causados com o uso da droga.


 2° Fase - Ressocialização Frequentemente: Através da terapia intensiva, os pacientes são capazes de reconhecer seu trauma e a causa de seu vício e curando as feridas emocionais para o seu bem. Para iniciar a fase de ressocialização será feita uma avaliação dos aspectos físicos, mental, espiritual, familiar e social do paciente e será feito um plano de recuperação individualizado e mudança de hábitos.


G2

Tratamento de Alcoolismo

''Os tratamentos para o alcoolismo são bastante variados porque existem múltiplas perspectivas para essa condição. Aqueles que possuem um alcoolismo que se aproxima de uma condição médica ou doença são recomendados a se tratar de modo diferentes dos que se aproximam desta condição como uma escolha social. Não se deve confundir o tratamento do alcoolismo com o tratamento apenas da síndrome de abstinência. O tratamento do alcoolismo é complexo, multiprofissional e longo dependendo da persistência do paciente e sua rede social de apoio para o processo de cura isso.'' G3

domingo, 25 de agosto de 2013

Tratamento da cocaína

O vício da cocaína é às vezes tratado com 2,5 mg/kg de desipramina, um anti-depressivo, sendo a dose reduzida aquando da administração conjunta com metadona.
Se o paciente está agitado deverá administrar-se benzodiazepinas. Se o indivíduo estiver com hipertermia deverá diminuir a sua actividade, tomar banho em água fria ou tépida. Os antipiréticos não são eficazes. O diazepam IV na dose de até 0,5 mg/Kg, administrado por um período de 8 horas é eficaz no controle de convulsões. Os pacientes com hipotensão deverão receber fluidos intravenosos. A hipertensão e a taquicardia não requerem na maioria dos casos tratamento específico pois são normalmente transitórias. As arritmias ventriculares podem ser tratadas com benzodiazepinas para diminuir a estimulação do sistema nervoso simpático e com bicarbonato de sódio ou lidocaina como agentes anti-arrítmicos. Podem ainda ser controladas com sucesso pela administração de 0,5 a 1,0 mg de propranolol IV. A isquemia do miocárdio deve ser tratada com benzodiazepinas, aspirina e nitroglicerina sublingual. Os antagonistas beta-adrenérgicos não devem ser usados em pacientes com isquemia do miocárdio porque aumentam a vasoconstrição arterial e diminuem a circulação sanguínea. A rabdomiólise requer hidratação, manitol como diurético, bicarbonato de sódio para alcalinizar a urina e hemodiálise se há falha do rim. Psicoterapia individual e de grupo, terapia familiar e programas de assistência pessoal em grupo, frequentemente são úteis para induzir a remissão prolongada do uso da droga. No entanto, nenhuma medicação disponível é segura e altamente eficaz para a desintoxicação da cocaína ou manutenção da abstinência.

G1

Tratamento do àlcool

O Tratamento do álcool,é com base de desintoxicação(processo que retira o álcool do corpo da pessoa com segurança,mais isso só em casos extremos),tomar medicamento receitados pelo médico para ajudar a evitar o retorno á bebida uma vez que já parou ,palestra ou reuniões em grupo de ajuda.
Há tipos de aconselhamento promissores que ensinam a recuperar dependentes de álcool e a identificar situações e sentimentos que levam à necessidade de beber e de descobrir novas maneiras de lidar com a ausência do álcool. Quaisquer destes tratamentos podem ocorrer tanto em um hospital, como em tratamento residencial ou ambulatorial (o paciente fica em sua casa e vai às consultas, até todos os dias).http://www.minhavida.com.br/saude/temas/alcoolismo






Grupo G3



sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ecstasy e Solventes tem tratamento?

Sim existe tratamento no qual o usuário devera passar por consultas psiquiátricas e médicos especializados.

Caso ele venha a ter outros sintomas como depressão, hiperatividade e ansiedade etc. o mesmo devera ser tratado com remédios. 

G6

Tratamento LSD

 O LSD como é um droga feita em laboratórios e vendidas por um custo um pouco fora do normal,os consumidores logo querem experimentar e saber como são tais sensações,o problema é que só vão a procura de um tratamento após ter feito o uso,por isso melhor que o tratamento é a prevenção desta droga,manter distância de amigos,parentes,colegas e conhecidos que lhe ofereçam,nem que seja de graça,pois a intenção deles,é faze-lo consumir,gostar,comprar e divulgar para amigos.
  A pós todos os meios de prevenção terem falhado,e psiquiatras não terem sucesso entra o tratamento auxiliar,pois hoje há varias sociedades dispostas a ajudar ao tratamento destra droga como sociedades religiosas,universitárias,governamentais e também as ONGs ( Organizações Não Governamentais) essas sociedades estão sempre de braços abertos para ajudar ao tratamento de jovens,que entram em um beco escuro e precisam de ajuda para achar a saída.



G 2

Alcoolismo: Tratamento - G5

O que é o alcoolismo?
Nem todo consumo de álcool configura o alcoolismo. Define-se o alcoolismo como o consumo excessivo, duradouro e compulsivo de bebidas alcoólicas, o qual degrada a vida pessoal, familiar, profissional e social do indivíduo. Diz-se que uma pessoa é dependente do álcool quando ela não tem mais forças para interromper o consumo e, se o interrompe, apresenta sintomas desagradáveis que cedem com o retorno ao álcool. A esse fato chama-se abstinência. Antes da dependência ocorre a tolerância, que é o fato de uma pessoa precisar de doses cada vez maiores para produzir os mesmos efeitos que antes conseguia com doses menores. O álcool também pode ser consumido “socialmente” sem que a pessoa se torne alcoólatra. Na verdade, dentro do consumo “social” de álcool deve-se considerar como aspectos separados e clinicamente específicos: O abuso do álcool, que é o consumo excessivo, mas episódico; e a intoxicação aguda ou embriaguez.

Qual o tratamento?
O tratamento do alcoolismo está fadado ao fracasso se o próprio alcoólatra não engajar-se nele, o que não acontece, na maioria das vezes. Depois de instalada, a dependência pelo álcool é de muito difícil tratamento. O tratamento principal consiste em exortar o alcoolista a parar de beber, ao mesmo tempo dando-lhe apoio. As psicoterapias individuais são pouco efetivas. As de grupo oferecem melhores resultados. Um movimento leigo, denominado alcoólicos anônimos, parece oferecer resultados ainda melhores. Este grupo existe há mais de 76 anos e em vários países ao redor do mundo. Quanto aos remédios, até muito recentemente não se tinha nenhuma medicação visando diminuir o desejo pelo álcool. Muito recentemente três substâncias (a naltrexona, a ondansetrona e o acamprosato) vem sendo testadas com esse objetivo, mas são de uso muito recente e ainda não contam com uma experiência inquestionável.

LSD - Tratamento

No tratamento contra o LSD é importante o terapeuta verificar se o uso da droga se dá junto com outras drogas de abuso. Este fato quase sempre é observado neste tipo de pacientes.
Atualmente, já aparecem nos consultórios, pacientes abusadores apenas de alucinógenos, e é interessante que se providencie ao paciente todo o apoio que vai precisar, pois terá que deixar de lado o social em que tem vivido. Baladas e festas raves, amigos usuários, terão que ser deixadas de lado, e o paciente ser desafiado a viver uma nova vida sem drogas.
No caso de haver concomitância com comorbidades do tipo depressão, ansiedade, episódios maníacos, esquizofrenia, passa a ser necessário um tratamento medicamentoso do paciente.
Pacientes intoxicados por drogas alucinógenas como o LSD devem ser observados atentamente para que não entrem em hipertermia, pois, em muitos casos ela pode levar o paciente a óbito.



Grupo 3

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Anfetamina: Tratamento

A anfetamina é uma substancia utilizada principalmente para combater o excesso de peso, porem seu uso inadequado pode causar problemas posteriores ao tratamento, como depressão, bulimia, anorexia, compulsão alimentar periódica. A interrupção repentina do medicamento modifica negativamente o metabolismo do usuário, causando fadiga, excesso de fome e sono, alem de provocar falta de atenção e problemas psicológicos. É necessário ajuda de psicologo, psiquiatra, nutricionista e abordagem psicossociais para o abandono sadio do produto a base de anfetamina.


G1

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Maconha: Tratamento

                    


   
Assim como qualquer outro entorpecente, a Cannabis (vulgo maconha) tem seu tratamento anti-vício, iniciado em clínicas para dependentes químicos e obviamente o esforço e a vontade do paciente influência muito em tudo isso. O tratamento para a "cura" deste vicio, que causa o thc (Tetraidrocanabinol, uns dos principios ativos da maconha, encontrado nas flores secas da planta) é divida em 2 fases em muitas das clínicas para dependentes .


1° Fase - Desintoxicação e introspecção
 
 O processo de desintoxicação é indicado para livrar o corpo da substância que causa dependência, visando quebrar a “rotina” do vício é feito, o tratamento que consegue regenerar as áreas cerebrais que a droga afetou e inibir a compulsão.
  A desintoxicação é o método mais eficaz de lidar com a “fissura” e o os sintomas da abstinência do vício da substância.
 O tratamento tem como objetivo principal a reestruturação cerebral restabelecendo a produção contínua da Dopamina e da Serotonina, dando ao paciente a capacidade de sentir prazer sem a necessidade de estímulos causados com o uso da droga.
O tratamento abrange uma mudança nos aspectos da vida física, mental e espiritual de cada pessoa.

Fase - Ressocialização

  Frequentemente, os pacientes estão lidando com problemas emocionais profundos que motivaram o uso da droga e também a desordem que costumam deixar em suas vidas. Através da terapia intensiva, os pacientes são capazes de reconhecer seu trauma e a causa de seu vício e curando as feridas emocionais para o seu bem.
  Para iniciar a fase de ressocialização será feita uma avaliação dos aspectos físicos, mental, espiritual, familiar e social do paciente e será feito um plano de recuperação individualizado e mudança de hábitos .



G5


Tratamento cocaina

Pesquisadores descobriram um novo tratamento que, se um hormônio relacionado à fome for regulado, a vontade de usar a substância diminui. As descobertas podem significar uma forma mais fácil de tratamento e desintoxicação da droga
O tratamento para cocaína deve ser realizado em regime de internação e por uma equipe interdisciplinar

O tratamento para dependente de cocaína exige profissionais com habilidades técnicas e emocionais. O tratamento familiar também é de suma importância.


G1

Álcool: Tratamento


O Tratamento do alcoolismo exige muito do intoxicado, o primeiro passo é este aceitar que ele(a) tem uma doença (o que muitos não aceitam), na maioria das vezes a pessoa nem percebe que está exagerando na ingestão destes produtos, o próximo passo é a desintoxicação (tratamento para retirar substâncias  tóxicas do corpo), no caso parar de ingerir bebidas alcoólicas definitivamente , além de tomar os medicamentos prescritos por um médico.
Não existe cura concreta para esse tipo de doença, ou seja, mesmo que ele(a) tenha superado o vício e esteja sóbrio a muito tempo, ele ainda corre risco de ter recaídas. 
Existem muitas instituições que visam ajudar o dependente em álcool, como por exemplo, os Alcoólicos Anônimos (AA), que é um projeto gratuito, onde os dependentes de bebidas alcoólicas se reúnem, com o objetivo de compartilhar seus problemas com a bebida e ficar em abstinência desta droga.
 Lembrando que o tratamento só terá resultados se a pessoa estiver decidida a se tratar e buscar ajuda, e o apoio dos familiares e amigos são fundamentais para que haja um melhor e resultado.

G4

Ecstasy e Solventes tem tratamento?

A resposta é: Sim! No caso dos solventes, o tratamento se constitui de consultas em médicos especializados no assunto e acompanhamento psiquiátricos.
Caso o usuário apresente outro transtorno psiquiátrico, como depressão, ansiedade, hiperatividade e déficit de atenção, ele deverá ser adequadamente tratado medicamente para isso.
Já para os dependentes de solventes, requer o acompanhamento terapêutico  na qual, o profissional deve tentar mudar os hábitos e rotina do paciente.

Grupo 2

O TRATAMENTO DA DROGA ANFETAMINA



                                     TRATAMENTO DA DROGA ANFETAMINA 

                     O PRINCIPAL PROCESSO  É BUSCAR AJUDAS MÉDICAS .
O tratamento para anfetaminas  deve ocorrer em ambiente calmo, tranquilo, bem seguro para o usuário e pressupõe a interrupção imediata do uso da substância em regime de internação.
Avaliação clínica e neurológica é de extrema importância nestes casos para ter melhores cuidados de especialistas .
 Desta maneira, a reabilitação do paciente é voltada para o âmbito biológico, psicológico e social , o tratamento permite ao indivíduo entender os aspectos da dependência de drogas e todos os processos que o leva ao abuso da substância são 3 passos principais para um inicio . Desta maneira a reinserção à sociedade torna-se mais segura e consequentemente diminui o risco de recaída.
 O tratamento para anfetaminas envolve uma grande diversidade de terapias, cada uma age sobre algum tipo de deficiência da vida do dependente químico, que são deficiências biopsicossociais.
 O tratamento medicamentoso para a remissão dos sintomas de abstinência das anfetaminas não tem se mostrado promissor. Antidepressivos e agonistas dopaminérgicos foram investigados sem sucesso. As condutas medicamentosas seguem critérios usados pelo responsável do tratamento (médico) , quando os pacientes são tratados supostamente  mantendo as condições vitais adequadas. 

                                                                                                 G 1 
                Tratamento  Do LSD
       O tratamento da Dependência Química é um processo que conta com várias ações: psicoterapia, medicamento, internação etc.
          Entretanto não são todas as pessoas que necessitam de todas as ações. O tratamento deve ser individualizado, ou seja, ele deve ser projetado de acordo com as necessidades do paciente e da família. Tratamento do tipo "pacotes", nos quais todos os pacientes passam pelas mesmas ações invariavelmente e independente da substância que usam, dos problemas que têm, ou da gravidade da dependência podem funcionar para um subgrupo de pessoas, mas não para todas. Não existe um tratamento único que atenda a todos os dependentes químicos. O terapeuta deve avaliar cuidadosamente cada caso, discutir com o jovem e com a família o plano de tratamento mais adequado.                      Alguns precisarão tomar medicamentos, outros não. A grande maioria não precisa ser internada, mas alguns precisam. Outros terão como indicação uma psicoterapia, ou terapia familiar, assim por diante. Só o terapeuta pode discutir com o cliente qual é a melhor opção para ele.

  G3

Maconha: Tratamento.

Infelizmente, ainda não existem medicações comprovadamente eficazes para auxiliar no tratamento da dependência de maconha, embora muitas pesquisas estejam se dedicando a isso. Mas há um remédio anti-obesidade, o rimonabanto, que parece ter alguma eficácia contra esse tipo de dependência.
De qualquer forma, o sucesso do tratamento depende basicamente de três fatores: a motivação do indivíduo em cessar o consumo da droga, o suporte de familiares e amigos, e a existência de uma intervenção médica ou psicológica adequada para cada pessoa.
As atividades de recuperação de viciados concentram-se em clínicas especializadas, onde o viciado não tem contato com a droga. Em clínicas especializadas, de acordo com o grau de dependência dos usuários, os mesmos passam por uma análise histórica e só depois são tratados e acompanhados pelos especialistas.
Há também as clínicas localizadas no campo em forma de comunidades. Ali os viciados estão em contato com outros viciados com o mesmo problema.
O grande desafio é o paciente vencer as crises frequentes de abstinência, um dos sintomas que o paciente apresenta com a interrupção do uso da substancia é a falta de apetite e as náuseas  por isso é recomendado alimentos de fácil digestão, como bananas, arroz, torradas, aveia e maçãs.

G4

MACONHA : TRATAMENTO

As psicoterapias consistem em uma das formas de tratamento que podem ser utilizadas em pacientes dependentes de maconha. Dentre elas, a terapia comportamental tem sido uma das mais utilizadas em vários serviços ao redor do mundo, mostrando resultados contrastantes.
Na verdade, o grande objetivo desta forma de terapia é a modificação do comportamento do usuário em relação ao consumo desta substância, procurando, principalmente, a modificação do seu estilo de vida, a estruturação de estratégias de evitação do uso e o manejo das recaídas, as quais, em geral, são freqüentes.
Infelizmente, ainda não existem medicações comprovadamente eficazes para auxiliar no tratamento da dependência de maconha, embora muitas pesquisas estejam se dedicando a isso. De qualquer forma, o sucesso do tratamento depende basicamente de três fatores: a motivação do indivíduo em cessar o consumo da droga, o suporte de familiares e amigos, e a existência de uma intervenção médica ou psicológica adequada para cada pessoa.
                                                                
                                                                    G6

Tratamentos - Ecstasy e Solvente

ECSTASY

O tratamento de um possível abuso ou dependência é realizado através de psicoterapias e grupos de mútua ajuda. Caso o usuário apresente outro transtorno psiquiátrico, como depressão, ansiedade, hiperatividade e déficit de atenção, ele deverá ser adequadamente tratado medicamente para isso.
A melhor forma para se evitar conseqüências nocivas é a abstinência de toda e qualquer substância. 
Caso isso não ocorra, o indivíduo deve conhecer as complicações e repercussões negativas a que estará sujeito. Os familiares e amigos devem incentivar a cessação do consumo e a procura de um tratamento especializado, quando for necessário.



SOLVENTE

É correto considerar-se o uso de solventes como passageiro, até que o usuário descubra uma outra droga de sua escolha e que vai então diminuir o uso de solventes e de inalantes. Usuários abusivos, como os meninos de rua, quase sempre morrem sem qualquer tratamento. O enfoque a se dar para o tratamento dessa dependência é psicológico e social, sendo que o terapeuta deve procurar mudar os hábitos do paciente, trabalhando o conhecimento do uso e abuso destas drogas, e suas conseqüências para o corpo humano. O apoio para o preenchimento da vida do paciente com outras atividades é fundamental para sua recuperação. O tratamento médico e psicológico das comorbidades psiquiátricas pré-existentes é muito importante para o controle do abuso ou da dependência química instalados no paciente.

G-4

Tratamentos da cocaína

       A abstinência deve ser não somente da cocaína, mas de todas as drogas de abuso, primeiro e principal objetivo do processo terapêutico.
      Outras medidas que costumam ser incluídas no processo são terapia individual e familiar, participação de grupos de auto-ajuda, busca de atividades alternativas ao consumo de substâncias psicoativas, cuidados médicos, nutricionais e dentários, análises toxicológicas, intervenção farmacológica prescrita por profissional afeito às características da dependência e tratamento em regime de internação (hospitalar e comunidades terapêuticas). Quanto mais abrangente e completo o programa terapêutico, maior a chance de recuperação.
      O tratamento em ambulatório, de fato apresenta algumas vantagens sobre a internação, por ser menos custoso (possibilita ao serviço o tratamento de um maior número de dependentes), causar menor interrupção na vida do indivíduo (muito dependentes que procuram tratamento, por exemplo, continuam a manter atividades sociais e ocupacionais importantes, auxiliando na manutenção de toda sua família).


G6

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Tratamento anfetamina

Não há remédios específicos para o tratamento da dependência para o uso de anfetaminas. Basicamente o tratamento devera ser feito com profissionais habilitados, em locais apropriados, com abstinência total, com tratamento usual para intoxicação.


G1

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Cocaína tem tratamento?

Existe tratamento para cocaína sim, mas nem todas as vezes se adequam ao tratamento. No tratamento é necessário se abstinir da droga ou de quaisquer outras ( como álcool), deve evitar contanto com usúarios e traficantes de drogas, eliminar objetos que estejam relacionados a droga como cachimbo, com a ajuda da família, que mesmo se livrando esses objetos, deve supervisionar a pessoa que passa pelo tratamento, fazer um diário (opcional), manter-se sempre ocupado, fazendo atividades físicas ou diárias, frequentar também um grupo de auto ajuda. Ao longo do tratamento a pessoa pode sofrer algumas complicações, como alucinações, convulsões. Depois de um tempo a pessoa pode voltar a fazer as atividades normais, porém evitar qualquer coisa que lembre a droga. A cura para a cocaína depende da pessoa que assim faz ou decide fazer o tratamento. 

G3