quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Álcool no Brasil

No Brasil, as principais bebidas alcoólicas mais vendidas e consumidas são cerveja, vodka, vinhos, uísque e coquetéis, e consumidas na sua maioria entre jovens a partir dos 13 anos até os 35 anos.
A bebida alcoólica é aceita na sociedade desde sempre, mas devido a “evolução” cada vez mais as bebidas contem um teor alcoólico maior, e seu consumo mais precoce,  o alcoolismo vem crescendo cada vez mais, sem falar dos acidentes graves e fatais que acontecem a cada minutos. Apesar de seus riscos, a propaganda destes é ainda muito alta e aceita, e o seu consumo é crescente.

E Devido ao o uso exagerado, o governo Brasileiro iniciou campanhas de conscientização e leis para evitar acidentes e transtornos, como por exemplo a lei seca com tolerância zero, e a proibição de menores de idade em casas noturnas. 
Grupo 4

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Situação do LSD no Brasil

A proibição e restrição ao uso de drogas não tem nem 100 anos no Brasil. A primeira lei que tentou controlar o uso de alguma substância foi formulada em 1921 após pressões internacionais em uma convenção em 1911. O mais estranho é ver que drogas muito pesadas e altamente viciantes não eram apenas permitidas: elas eram recomendadas pelos médicos para tratar doenças comuns.

Consumo do LSD no Brasil
Esporadicamente se tem notícias acerca do consumo de LSD-25 no Brasil, principalmente por pessoas das classes mais favorecidas. Embora raramente, a polícia apreende parte das drogas trazidas do exterior. O Ministério da Saúde não reconhece nenhum uso do LSD-25 (e de outros alucinógenos) e proíbe sua produção, comércio e utilização em território nacional.



Grupo 3

Situação do ecstasy e dos solventes no Brasil.

Ecstasy:
O Brasil assistiu no ano passado a um aumento significativo na apreensão de novos tipos de ecstasy, cujo risco é pouco conhecido, pois usam princípio ativo diferente. A mudança na fórmula da droga tem como objetivo fugir da lista de substâncias proibidas das vigilâncias sanitárias de todo o mundo.
Os tradicionais princípios ativos usados no ecstasy são o MDMA e o MDA, proibidos desde a década de 1980 no Brasil e no mundo. Para fugir da legislação sanitária, traficantes europeus passaram a produzir comprimidos com substâncias que causam efeitos semelhantes aos dos ativos originais e que não estivessem na lista de produtos proibidos, conhecido como o ecstasy "genérico". As drogas que passaram a substituir as substâncias proibidas são o mCPP, BZP e TFMPP, iniciais de princípios ativos. No Brasil, a primeira apreensão deste tipo feita pela Polícia Federal foi em 2006: um comprimido no Estado de Mato Grosso do Sul. Dois anos depois, o ecstasy "genérico" apareceu em sete Estados do país. No ano passado, foram apreendidos até maio 14.127 comprimidos do tipo, o que representa 28% do total apreendido pela PF. Depois do crescimento das apreensões, a polícia solicitou à Anvisa a listagem das substâncias --termo usado para proibição ou controle do uso de produtos. O mCPP foi proibido em novembro de 2008, enquanto o BZP e o TFMPP, em fevereiro do ano passado.

Solventes:
O uso de solventes, para fins de abuso, é no Brasil uma questão de saúde pública pela extensão que os dados epidemiológicos apontam. No recente Levantamento Domiciliar realizado pelo CEBRID em 2001, que mostra o uso de drogas pela população em geral, os dados revelam que as porcentagens de uso na vida de solventes ficam atrás apenas do Reino Unido e EUA. Depois do álcool, tabaco e da maconha são as principais drogas consumidas no Brasil, 5,8% da população já fez uso pelo menos uma vez na vida. Outros levantamentos realizados em segmentos da população brasileira também mostram que essa é uma questão importante. Assim, entre os estudantes de 27 capitais deles já haviam feito uso na vida de solventes, a primeira com mais uso na vida entre os estudantes, quando se exclui da análise o álcool e o tabaco. O uso na vida entre crianças e adolescentes em situação de rua,os brasileiros, foram de 26,6% em 2003. De acordo com o II Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil - estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país, realizado em 2005 pela Secretaria Nacional Antidrogas – Senad em parceria com o Cebrid/Unifesp e que envolveu 7.939 pessoas, entre 12 e 65 anos - revelou que o total de usuários de Solventes foi bem maior para o sexo masculino (10,3%) do que para o feminino (3,3%). A maior prevalência masculina ocorreu em todas as faixas etárias com exceção daquela de 12 – 17 anos. A maior quantidade de entrevistados relatando uso na vida ocorreu na faixa etária de 18 – 24 anos.
G2



A situação da cocaína no Brasil


Em um relatório recente das Nações Unidas,mostrou que o Brasil é um dos poucos países no mundo onde o consumo de cocaína e crack está aumentando. A explicação deve ser por razões regionais. Nesse sentido a maior produção de cocaína por países como a Bolívia deve fazer parte da maior oferta e distribuição da cocaína e do crack em praticamente todos os estados  do Brasil. Como não somos um país produtor de cocaína, estamos sujeitos a essas forças externas do tráfico internacional. Portanto deveríamos adotar políticas vigorosas para diminuir o fluxo de cocaína no Brasil. Já foi apontado também que toda essa cocaína não seria produzida se não houvesse uma rede sofisticada de produtos químicos para ajudar nesse processo. O único país da região com condições de fornecer esses produtos é o Brasil. Portanto esforços vigorosos deveriam ser feitos para identificar as empresas que estão fornecendo esses produtos e fecharmos esse fluxo de exportação clandestina.
G1

domingo, 15 de setembro de 2013

Situação da maconha no Brasil

A maconha é a droga ilícita mais tolerada pelos brasileiros. Embora o consumo tenha aumentado regularmente nos últimos anos, a polícia prende menos usuários, a justiça condena pouco e a escola aceita mais. Dados da Secretária de Segurança Estadual do Rio de Janeiro mostram que o número de pessoas flagradas com maconha vem diminuindo consideravelmente. Em apenas um ano, houve uma redução de 60 %,  no Estado de São Paulo, foi de 30%. Em Porto Alegre, os casos caíram pela metade. A Situação é semelhante em outras capitais brasileiras. A análise dos últimos censos penitenciários não deixa margem de dúvidas; o volume de condenações por uso de drogas caiu nos últimos 20 anos. Entre as maiores escolas particulares do país, o número de expulsões relacionadas com o uso de maconha também baixou. Hoje, apenas um de cada dez casos, o estudante é convidado a se desligar do estabelecimento.

G6

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Situação da cocaína no Brasil

 Segundo um estudo feito pela Unifesp, o Brasil é o segundo consumidor mundial de cocaína, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
   Em 1987, 1989, 1993 e 1997 uma amostra de estudantes de 10 capitais foi entrevistada e o uso de cocaína entre os estudantes foi de 2 %%, sendo que na região norte atingiu 
2,9%, sudeste 2,3%, centro-oeste 2,1%, sul de 1,7% e nordeste de 1,2%.
 Em relação aos quatro estudos anteriores, houve um aumento significativo do 
consumo de cocaína entre os estudantes das capitais nordestinas (Salvador, 
Recife e Fortaleza). No Sudeste, apenas São Paulo manteve a tendência dos 
últimos levantamentos, com aumento do consumo em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Não houve alteração do consumo de cocaína entre os estudantes das 
capitais sulinas (Curitiba e Porto Alegre). 

G-6

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Maconha situação no Brasil

    Em apenas dez anos, o consumo da maconha quadruplicou entres os adolescentes de 16 a 18 ano, e a tolerância aumentou. A polícia, justiça e a escola tem punido menos os usuários.  A maconha é uma droga ilícita mais tolerada pelos brasileiros, embora o consumo tenha aumentado, os policiais tem prendido menos, a justiça condenando menos e a escola aceitando mais.     Em relação a maconha, há vários casos registrados de dependência  mais em consideração a população não são frequentes. Comparada com as outras a maconha e a menos indutora de dependência química. Com um calculo aproximadamente quase 700 toneladas de maconha são consumidas por ano no país, é quantidade suficiente para 700 milhões de cigarro e para satisfazer 5 milhões de usuários.

G5

Cocaína , situação no Brasil


Das 80 toneladas de cocaína que passam pelo Brasil anualmente, 40 toneladas ficam no país para consumo próprio, enquanto isso as outras 40 são traficadas , pelos países africanos, destinado ao continente Europeu.
Dados da ONU (Organização das Nações Unidas) informaram baseados em apreensões feitas em 2008, que o Brasil é o ‘’principal corredor de cocaína no mundo’’.
Atrás dos EUA, o Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína, segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (LENAD). Esse estudo mostrou que o país corresponde atualmente por 20% do mercado mundial de drogas. Além disso foi informado também que mais de 6 milhões de brasileiros já usaram cocaína com o decorrer de sua vida.


    G3

Cocaína apreendida em laboratório de refino em Guatapará, SP (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Anfetamina

O Brasil é um dos maiores consumidores de medicamentos anfetamínicos e a maior parte dos usuários são mulheres que os utilizam para o emagrecimento.

http://www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/biblioteca/documentos/Dados_Estatisticos/populacao_brasileira/II_levantamento_nacional/Substancia/326830.pdf

O Cebrid, em 2004, realizou o V Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública de Ensino, nas 27 Capitais Brasileiras, ouvindo 48.155 estudantes.

Neste estudo foi constatado que 3,7% dos estudantes fizeram o uso de algum anfetamínico na vida, 3,2% no último ano e 1,9% no último mês. Quando o uso na vida é relacionado às regiões do Brasil relatou-se que na Região Centro-Oeste 4,6% da população estudada fez uso na vida dessas substâncias, já nas outras regiões as taxas foram: Região Sul, 4,1%, na Região Nordeste 3,6%, na Região Norte 3,4% e na Região Sudeste 3%.



 G1

Maconha: Situação no país.

A situação legal da maconha no país vem ganhando, cada vez mais, espaço nas rodas de debate pelo Brasil afora.
Com relação a situação de sua rota, seu maior fornecedor é ele mesmo, mas como a demanda do uso de maconha no país é muito alta, seu maior fornecedor internacional é o Paraguai.
A droga já ganhou inclusive uma marcha, com milhares de seguidores, a favor da sua liberação.
Por ter uma lei muito aberta com relação à posse de drogas é difícil definir a situação dos usuários e dos traficantes em território nacional, a lei define que quem rotula os portadores de drogas de fonte desconhecida são os policiais, no momento do flagrante.

G4

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Trazidas do Exterior

   Grande parte dos LSD's apreendidos pela polícia no Brasil são importadas de outros países, a droga não é reconhecida pelo Ministério da Saúde e proíbe sua fabricação, comércio e uso dentro do Território Nacional.
   O maior número de brasileiros usuários da droga, são as classes mais altas da sociedade.



G3

Situação do LSD no Brasil

LSD é uma abreviação usada para dietilamida do ácido lisérgico. Trata-se de uma droga alucinógena, sintética, isto é, fabricada em laboratório, de uso oral (é ingerida), que não possui odor, sabor ou cor, é mais comumente utilizada, por adolescentes e jovens. De acordo com a Organização Mundial da Saúde e as Nações Unidas o LSD é uma droga proscrita, ou seja, proibida. No Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece o uso médico, portanto, ficam proibidas a sua produção, o uso e o comércio, considerando-se crime, e caso a pessoa enquadre-se em alguma(s) dessas situações, estará sujeita às penas da lei. GRUPO 6

A situação da maconha no Brasil


Atualmente, essa substancia causa dependência e pode ter efeito devastador sobre a saúde do usuário, esta em vigor desde 2006 a terceira legislação sobre a droga:  considerada crime tanto o consumo quanto a comercialização, em borá em graus bem diferentes. Por isso, a punição ao usuário é mais branda do que à aplicada ao traficante. A situação sobre a legalização da Maconha no Brasil com a alteração na lei 11.343/06 art.28. Quem adquirir guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas  sem autorização ou em desacordo...
Mas esse assunto ainda está com muitas polêmicas.

G5

Situação no Brasil

Solventes

De acordo com o II Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil - estudo envolvendo as 108 maiores cidades do país, realizado em 2005 pela Secretaria Nacional Antidrogas – Senad em parceria com o Cebrid/Unifesp e que envolveu 7.939 pessoas, entre 12 e 65 anos - revelou que o total de usuários de Solventes foi bem maior para o sexo masculino (10,3%) do que para o feminino (3,3%).A maior prevalência masculina ocorreu em todas as faixas etárias com exceção daquela de 12 – 17 anos. A maior quantidade de entrevistados relatando uso na vida ocorreu na faixa etária de 18 – 24 anos.O número de dependentes, segundo os critérios do SAMHSA, foi de 0,23% dos entrevistados, sendo 0,27% entre os homens e 0,20% para as mulheres. Na faixa etária de 12 – 17 anos, a porcentagem atingiu 0,81%.Hoje, o consumo de solventes se dá muito em países do chamado Terceiro Mundo, enquanto que em países desenvolvidos a freqüência de uso é muito baixa.Os solventes são drogas muito utilizadas por meninos em situação de rua como forma de, por exemplo, sanar a fome; e por estudantes de 1º e 2º graus dado seu fácil acesso e baixo custo.
Ecstasy

Hoje, nesse que pode ser considerado um segundo momento na história do consumo de ecstasy no Brasil, a realidade é bem diferente. O traficante da droga não é mais o jovem de classe média e os comprimidos podem ser encontrados em bocas-de-fumo e coca. A polícia, por sua vez, não apenas conhece o perfil desses infratores como apreende cada vez mais comprimidos e desarticula organizações poderosas. Tanto é assim que na semana passada o Denarc de São Paulo prendeu o maior traficante de ecstasy das regiões Sul e Sudeste do Brasil. Pan Augusto de Faria Lê, 27 anos, um suposto DJ, era, segundo os investigadores, a cabeça de uma organização responsável por abastecer o Skol Beats, festival de música eletrônica que acontece no sábado 16 com nada menos que quatro mil pastilhas de ecstasy. Com essa operação, em apenas quatro meses o Denarc contabiliza a apreensão de oito mil comprimidos de MDMA, o mesmo que foi retido ao longo de todo o ano passado.

G4

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

SITUAÇÃO DO ÁLCOOL NO BRASIL

O Brasil é um dos maiores consumidores de álcool segundo a OMS(organização mundial da saúde)mostra que os brasileiros consomem mais ou menos 18,5% litros de álcool puro por ano (esse levantamento feito pelo site:http://www.parana-online.com.br/ e não inclui jovens menores de 18 anos que bebem .Não é muito difícil chegar á essa porcentagem já que nos dia de hoje quando vamos a balada e compramos uma bebida ou destilado ele tem 350 mililitros ou seja 17,5% de mililitro de bebida pura!
 G3

Situação do Ecstasy e Solvente no Brasil

Hoje, nesse que pode ser considerado um segundo momento na história do consumo de ecstasy no Brasil, a realidade é bem diferente. O traficante da droga não é mais o jovem de classe média e os comprimidos podem ser encontrados em bocas-de-fumo e coca. A polícia, por sua vez, não apenas conhece o perfil desses infratores como apreende cada vez mais comprimidos e desarticula organizações poderosas. s solventes ocupam o segundo lugar entre as drogas ilícitas mais usadas no país, de acordo com pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID). A primeira é a maconha. Entre a população de 12 a 65 anos, o índice é de 5,8% entre os que já usaram alguma vez na vida, maior que na Espanha (4,0%), na Bélgica (3,0%) e Colômbia (1,4%), por exemplo. G4

domingo, 8 de setembro de 2013

Alcoolismo no Brasil - G5

O Brasil está na lista de países com aumento do uso excessivo de bebidas alcoólicas. O consume abusivo é todo aquele que bebe 60 gramas ou mais de álcool puro, uma vez por semana ou mais. Os homens são os que mais fazem o consumo de risco em relação as mulheres. Os brasileiros consomem 6,2 litros de álcool puro por pessoa, A média mundial é 6,13 litros de álcool per capita. A bebida mais consumida pelos brasileiros continua sendo a cerveja, seguida por destilados e vinhos. 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) destaca que a Lei Seca no Brasil é um exemplo de política pública para reduzir o uso abusivo de álcool que deve ser seguido. Existe multa, perda de carteira e apreensão do carro para os motoristas que bebem uma lata de cerveja ou uma taça de vinho antes de dirigir. Se o consumo for superior a isto a pessoa pode responder a crimes de trânsito, com pena de prisão de seis meses a três anos.
Todos os anos mais de 2,5 milhões de pessoas morrem graças ao consumo de bebidas alcoólicas. O Ministérios da Saúde já identificou aumento de 16,2% para 18,9% o percentual de brasileiros que declaram ter abusado do álcool.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A situação da cocaína no Brasil :

Durante o decorrer dos anos, o consumo da cocaína no Brasil só vem aumentando .. O percentual de pessoas que usaram cocaína em 2001 era de 0,4%, A proporção de indivíduos que já usaram cocaína pelo menos uma vez entre 2004 e 2005 era de 0,74% entre 7.939 entrevistados. Hoje, segundo a ONU, o percentual de consumidores de cocaína atingem 1,75% da população, entre 15 e 64 anos de idade. G2- 3ºE

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Tratamento da Cocaína

O vício da cocaína é às vezes tratado com 2,5 mg/kg de desipramina, um antidepressivo, sendo a dose reduzida aquando da administração conjunta com metadona. Se o paciente está agitado deverá administrar-se benzodiazepinas. Se o indivíduo estiver com hipertermia deverá diminuir a sua atividade, tomar banho em água fria ou tépida. Os antipiréticos não são eficazes. O diazepam IV na dose de até 0,5 mg/Kg, administrado por um período de 8 horas é eficaz no controle de convulsões. Os pacientes com hipotensão deverão receber fluidos intravenosos. A hipertensão e a taquicardia não requerem na maioria dos casos tratamento específico pois são normalmente transitórias. As arritmias ventriculares podem ser tratadas com benzodiazepinas para diminuir a estimulação do sistema nervoso simpático e com bicarbonato de sódio ou lidocaina como agentes antiarrítmicos. Podem ainda ser controladas com sucesso pela administração de 0,5 a 1,0 mg de propranolol IV. A isquemia do miocárdio deve ser tratada com benzodiazepinas, aspirina e nitroglicerina sublingual. Os antagonistas beta-adrenérgicos não devem ser usados em pacientes com isquemiado miocárdio porque aumentam a vasoconstrição arterial e diminuem a circulação sanguínea. A rabdomiólise requer hidratação, manitol como diurético, bicarbonato de sódio para alcalinizar a urina e hemodiálise se há falha do rim. Psicoterapia individual e de grupo, terapia familiar e programas de assistência pessoal em grupo, frequentemente são úteis para induzir a remissão prolongada do uso da droga. No entanto, nenhuma medicação disponível é segura e altamente eficaz para a desintoxicação da cocaína ou manutenção da abstinência. G2

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Tratamento LSD

O consumo agudo de LSD é caracterizado por episódios de pânico e de distorções visuais, acompanhados por vários tipos de delírios. As informações fornecidas por amigos do usuário são importantes para o diagnóstico. A maioria dos usuários de LSD nunca procura tratamento. Um ambiente tranquilo e escuro e uma conversa serena e não ameaçadora podem ajudar um usuário que está tendo uma “viagem ruim”. Um indivíduo que apresenta uma psicose prolongada pode necessitar de um tratamento psiquiátrico. Atualmente vários segmentos da sociedade, como por exemplo, governamentais, religiosos, estudantis saúde e ONGs mobilizam-se em busca de ajudar à salvar jovens, adolescentes, adultos e crianças que entram num túnel onde na maioria da vezes precisam de outros para enxergar a luz! GRUPO 6

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Solvente Ecstasy, forma de tratamento


O ecstasy e o solvente são drogas 

devastadoras , também tem seu 


tratamento com profissionais da saúde o 


medico psiquiatra é o mais indicado 


para tratar desta dependência que 


causa , depressão, ansiedade, hiperatividade e 


déficit de atenção , que devera ser 


tratado com medicamentos para isso, o 


mais importante do tratamento é a 


ajuda dos familiares e dos amigos.



G4

Como tratar ecstasy e solventes?

"O tratamento do uso de ecstasy e solventes é, na maioria das vezes, por controle de uso da substância, diminuindo-se as quantidades até cessar o uso. Casos mais graves podem requerir ajuda psicológica e/ou social, mas comparados aos outros tipos de drogas, possuem efeito dependente reduzido, assim o usuário tende a livrar-se do vício mais facilmente." G4

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Motivação, um tipo de tratamento para a Maconha



Em casos graves, quando o usuário está muito comprometido, a internação hospitalar é necessária e fundamental para dar início à recuperação. Nesse sentido, os hospitais funcionam bem.

Depois da alta, o apoio de grupos de auto-ajuda é excelente.
Os "padrinhos" que adotam um novo usuário cuidam dele como se fossem um filho. A única obrigação desse "filho" é ligar para o "padrinho" quando a vontade de usar a droga começar a ser despertada. É a força da coletividade agindo sobre o indivíduo necessitado, a ajuda ao dependente é a melhor opção no meu ponto de vista pois, você pode internar a força, mas não pode forçar o dependente a parar de consumir a droga apos a internação, a motivação conta muito.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             G5

Maconha: Tratamento

A maconha tem tratamento em clínicas para dependentes químicos e obviamente o esforço e a vontade do paciente influência muito em tudo isso. O tratamento para a "cura" deste vicio, é divida em 2 fases em muitas das clínicas para dependentes .

1° Fase - Desintoxicação e introspecção: O processo de desintoxicação é indicado para livrar o corpo da substância que causa dependência, visando quebrar a “rotina” do vício , o tratamento que consegue regenerar as áreas cerebrais que a droga afetou e inibir a compulsão. A desintoxicação é o método mais eficaz de lidar com a “fissura” e o os sintomas da abstinência do vício da substância. O tratamento tem como objetivo principal a reestruturação cerebral restabelecendo a produção contínua da Dopamina e da Serotonina, dando ao paciente a capacidade de sentir prazer sem a necessidade de estímulos causados com o uso da droga.


 2° Fase - Ressocialização Frequentemente: Através da terapia intensiva, os pacientes são capazes de reconhecer seu trauma e a causa de seu vício e curando as feridas emocionais para o seu bem. Para iniciar a fase de ressocialização será feita uma avaliação dos aspectos físicos, mental, espiritual, familiar e social do paciente e será feito um plano de recuperação individualizado e mudança de hábitos.


G2

Tratamento de Alcoolismo

''Os tratamentos para o alcoolismo são bastante variados porque existem múltiplas perspectivas para essa condição. Aqueles que possuem um alcoolismo que se aproxima de uma condição médica ou doença são recomendados a se tratar de modo diferentes dos que se aproximam desta condição como uma escolha social. Não se deve confundir o tratamento do alcoolismo com o tratamento apenas da síndrome de abstinência. O tratamento do alcoolismo é complexo, multiprofissional e longo dependendo da persistência do paciente e sua rede social de apoio para o processo de cura isso.'' G3

domingo, 25 de agosto de 2013

Tratamento da cocaína

O vício da cocaína é às vezes tratado com 2,5 mg/kg de desipramina, um anti-depressivo, sendo a dose reduzida aquando da administração conjunta com metadona.
Se o paciente está agitado deverá administrar-se benzodiazepinas. Se o indivíduo estiver com hipertermia deverá diminuir a sua actividade, tomar banho em água fria ou tépida. Os antipiréticos não são eficazes. O diazepam IV na dose de até 0,5 mg/Kg, administrado por um período de 8 horas é eficaz no controle de convulsões. Os pacientes com hipotensão deverão receber fluidos intravenosos. A hipertensão e a taquicardia não requerem na maioria dos casos tratamento específico pois são normalmente transitórias. As arritmias ventriculares podem ser tratadas com benzodiazepinas para diminuir a estimulação do sistema nervoso simpático e com bicarbonato de sódio ou lidocaina como agentes anti-arrítmicos. Podem ainda ser controladas com sucesso pela administração de 0,5 a 1,0 mg de propranolol IV. A isquemia do miocárdio deve ser tratada com benzodiazepinas, aspirina e nitroglicerina sublingual. Os antagonistas beta-adrenérgicos não devem ser usados em pacientes com isquemia do miocárdio porque aumentam a vasoconstrição arterial e diminuem a circulação sanguínea. A rabdomiólise requer hidratação, manitol como diurético, bicarbonato de sódio para alcalinizar a urina e hemodiálise se há falha do rim. Psicoterapia individual e de grupo, terapia familiar e programas de assistência pessoal em grupo, frequentemente são úteis para induzir a remissão prolongada do uso da droga. No entanto, nenhuma medicação disponível é segura e altamente eficaz para a desintoxicação da cocaína ou manutenção da abstinência.

G1

Tratamento do àlcool

O Tratamento do álcool,é com base de desintoxicação(processo que retira o álcool do corpo da pessoa com segurança,mais isso só em casos extremos),tomar medicamento receitados pelo médico para ajudar a evitar o retorno á bebida uma vez que já parou ,palestra ou reuniões em grupo de ajuda.
Há tipos de aconselhamento promissores que ensinam a recuperar dependentes de álcool e a identificar situações e sentimentos que levam à necessidade de beber e de descobrir novas maneiras de lidar com a ausência do álcool. Quaisquer destes tratamentos podem ocorrer tanto em um hospital, como em tratamento residencial ou ambulatorial (o paciente fica em sua casa e vai às consultas, até todos os dias).http://www.minhavida.com.br/saude/temas/alcoolismo






Grupo G3



sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ecstasy e Solventes tem tratamento?

Sim existe tratamento no qual o usuário devera passar por consultas psiquiátricas e médicos especializados.

Caso ele venha a ter outros sintomas como depressão, hiperatividade e ansiedade etc. o mesmo devera ser tratado com remédios. 

G6

Tratamento LSD

 O LSD como é um droga feita em laboratórios e vendidas por um custo um pouco fora do normal,os consumidores logo querem experimentar e saber como são tais sensações,o problema é que só vão a procura de um tratamento após ter feito o uso,por isso melhor que o tratamento é a prevenção desta droga,manter distância de amigos,parentes,colegas e conhecidos que lhe ofereçam,nem que seja de graça,pois a intenção deles,é faze-lo consumir,gostar,comprar e divulgar para amigos.
  A pós todos os meios de prevenção terem falhado,e psiquiatras não terem sucesso entra o tratamento auxiliar,pois hoje há varias sociedades dispostas a ajudar ao tratamento destra droga como sociedades religiosas,universitárias,governamentais e também as ONGs ( Organizações Não Governamentais) essas sociedades estão sempre de braços abertos para ajudar ao tratamento de jovens,que entram em um beco escuro e precisam de ajuda para achar a saída.



G 2

Alcoolismo: Tratamento - G5

O que é o alcoolismo?
Nem todo consumo de álcool configura o alcoolismo. Define-se o alcoolismo como o consumo excessivo, duradouro e compulsivo de bebidas alcoólicas, o qual degrada a vida pessoal, familiar, profissional e social do indivíduo. Diz-se que uma pessoa é dependente do álcool quando ela não tem mais forças para interromper o consumo e, se o interrompe, apresenta sintomas desagradáveis que cedem com o retorno ao álcool. A esse fato chama-se abstinência. Antes da dependência ocorre a tolerância, que é o fato de uma pessoa precisar de doses cada vez maiores para produzir os mesmos efeitos que antes conseguia com doses menores. O álcool também pode ser consumido “socialmente” sem que a pessoa se torne alcoólatra. Na verdade, dentro do consumo “social” de álcool deve-se considerar como aspectos separados e clinicamente específicos: O abuso do álcool, que é o consumo excessivo, mas episódico; e a intoxicação aguda ou embriaguez.

Qual o tratamento?
O tratamento do alcoolismo está fadado ao fracasso se o próprio alcoólatra não engajar-se nele, o que não acontece, na maioria das vezes. Depois de instalada, a dependência pelo álcool é de muito difícil tratamento. O tratamento principal consiste em exortar o alcoolista a parar de beber, ao mesmo tempo dando-lhe apoio. As psicoterapias individuais são pouco efetivas. As de grupo oferecem melhores resultados. Um movimento leigo, denominado alcoólicos anônimos, parece oferecer resultados ainda melhores. Este grupo existe há mais de 76 anos e em vários países ao redor do mundo. Quanto aos remédios, até muito recentemente não se tinha nenhuma medicação visando diminuir o desejo pelo álcool. Muito recentemente três substâncias (a naltrexona, a ondansetrona e o acamprosato) vem sendo testadas com esse objetivo, mas são de uso muito recente e ainda não contam com uma experiência inquestionável.

LSD - Tratamento

No tratamento contra o LSD é importante o terapeuta verificar se o uso da droga se dá junto com outras drogas de abuso. Este fato quase sempre é observado neste tipo de pacientes.
Atualmente, já aparecem nos consultórios, pacientes abusadores apenas de alucinógenos, e é interessante que se providencie ao paciente todo o apoio que vai precisar, pois terá que deixar de lado o social em que tem vivido. Baladas e festas raves, amigos usuários, terão que ser deixadas de lado, e o paciente ser desafiado a viver uma nova vida sem drogas.
No caso de haver concomitância com comorbidades do tipo depressão, ansiedade, episódios maníacos, esquizofrenia, passa a ser necessário um tratamento medicamentoso do paciente.
Pacientes intoxicados por drogas alucinógenas como o LSD devem ser observados atentamente para que não entrem em hipertermia, pois, em muitos casos ela pode levar o paciente a óbito.



Grupo 3

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Anfetamina: Tratamento

A anfetamina é uma substancia utilizada principalmente para combater o excesso de peso, porem seu uso inadequado pode causar problemas posteriores ao tratamento, como depressão, bulimia, anorexia, compulsão alimentar periódica. A interrupção repentina do medicamento modifica negativamente o metabolismo do usuário, causando fadiga, excesso de fome e sono, alem de provocar falta de atenção e problemas psicológicos. É necessário ajuda de psicologo, psiquiatra, nutricionista e abordagem psicossociais para o abandono sadio do produto a base de anfetamina.


G1

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Maconha: Tratamento

                    


   
Assim como qualquer outro entorpecente, a Cannabis (vulgo maconha) tem seu tratamento anti-vício, iniciado em clínicas para dependentes químicos e obviamente o esforço e a vontade do paciente influência muito em tudo isso. O tratamento para a "cura" deste vicio, que causa o thc (Tetraidrocanabinol, uns dos principios ativos da maconha, encontrado nas flores secas da planta) é divida em 2 fases em muitas das clínicas para dependentes .


1° Fase - Desintoxicação e introspecção
 
 O processo de desintoxicação é indicado para livrar o corpo da substância que causa dependência, visando quebrar a “rotina” do vício é feito, o tratamento que consegue regenerar as áreas cerebrais que a droga afetou e inibir a compulsão.
  A desintoxicação é o método mais eficaz de lidar com a “fissura” e o os sintomas da abstinência do vício da substância.
 O tratamento tem como objetivo principal a reestruturação cerebral restabelecendo a produção contínua da Dopamina e da Serotonina, dando ao paciente a capacidade de sentir prazer sem a necessidade de estímulos causados com o uso da droga.
O tratamento abrange uma mudança nos aspectos da vida física, mental e espiritual de cada pessoa.

Fase - Ressocialização

  Frequentemente, os pacientes estão lidando com problemas emocionais profundos que motivaram o uso da droga e também a desordem que costumam deixar em suas vidas. Através da terapia intensiva, os pacientes são capazes de reconhecer seu trauma e a causa de seu vício e curando as feridas emocionais para o seu bem.
  Para iniciar a fase de ressocialização será feita uma avaliação dos aspectos físicos, mental, espiritual, familiar e social do paciente e será feito um plano de recuperação individualizado e mudança de hábitos .



G5


Tratamento cocaina

Pesquisadores descobriram um novo tratamento que, se um hormônio relacionado à fome for regulado, a vontade de usar a substância diminui. As descobertas podem significar uma forma mais fácil de tratamento e desintoxicação da droga
O tratamento para cocaína deve ser realizado em regime de internação e por uma equipe interdisciplinar

O tratamento para dependente de cocaína exige profissionais com habilidades técnicas e emocionais. O tratamento familiar também é de suma importância.


G1

Álcool: Tratamento


O Tratamento do alcoolismo exige muito do intoxicado, o primeiro passo é este aceitar que ele(a) tem uma doença (o que muitos não aceitam), na maioria das vezes a pessoa nem percebe que está exagerando na ingestão destes produtos, o próximo passo é a desintoxicação (tratamento para retirar substâncias  tóxicas do corpo), no caso parar de ingerir bebidas alcoólicas definitivamente , além de tomar os medicamentos prescritos por um médico.
Não existe cura concreta para esse tipo de doença, ou seja, mesmo que ele(a) tenha superado o vício e esteja sóbrio a muito tempo, ele ainda corre risco de ter recaídas. 
Existem muitas instituições que visam ajudar o dependente em álcool, como por exemplo, os Alcoólicos Anônimos (AA), que é um projeto gratuito, onde os dependentes de bebidas alcoólicas se reúnem, com o objetivo de compartilhar seus problemas com a bebida e ficar em abstinência desta droga.
 Lembrando que o tratamento só terá resultados se a pessoa estiver decidida a se tratar e buscar ajuda, e o apoio dos familiares e amigos são fundamentais para que haja um melhor e resultado.

G4

Ecstasy e Solventes tem tratamento?

A resposta é: Sim! No caso dos solventes, o tratamento se constitui de consultas em médicos especializados no assunto e acompanhamento psiquiátricos.
Caso o usuário apresente outro transtorno psiquiátrico, como depressão, ansiedade, hiperatividade e déficit de atenção, ele deverá ser adequadamente tratado medicamente para isso.
Já para os dependentes de solventes, requer o acompanhamento terapêutico  na qual, o profissional deve tentar mudar os hábitos e rotina do paciente.

Grupo 2

O TRATAMENTO DA DROGA ANFETAMINA



                                     TRATAMENTO DA DROGA ANFETAMINA 

                     O PRINCIPAL PROCESSO  É BUSCAR AJUDAS MÉDICAS .
O tratamento para anfetaminas  deve ocorrer em ambiente calmo, tranquilo, bem seguro para o usuário e pressupõe a interrupção imediata do uso da substância em regime de internação.
Avaliação clínica e neurológica é de extrema importância nestes casos para ter melhores cuidados de especialistas .
 Desta maneira, a reabilitação do paciente é voltada para o âmbito biológico, psicológico e social , o tratamento permite ao indivíduo entender os aspectos da dependência de drogas e todos os processos que o leva ao abuso da substância são 3 passos principais para um inicio . Desta maneira a reinserção à sociedade torna-se mais segura e consequentemente diminui o risco de recaída.
 O tratamento para anfetaminas envolve uma grande diversidade de terapias, cada uma age sobre algum tipo de deficiência da vida do dependente químico, que são deficiências biopsicossociais.
 O tratamento medicamentoso para a remissão dos sintomas de abstinência das anfetaminas não tem se mostrado promissor. Antidepressivos e agonistas dopaminérgicos foram investigados sem sucesso. As condutas medicamentosas seguem critérios usados pelo responsável do tratamento (médico) , quando os pacientes são tratados supostamente  mantendo as condições vitais adequadas. 

                                                                                                 G 1 
                Tratamento  Do LSD
       O tratamento da Dependência Química é um processo que conta com várias ações: psicoterapia, medicamento, internação etc.
          Entretanto não são todas as pessoas que necessitam de todas as ações. O tratamento deve ser individualizado, ou seja, ele deve ser projetado de acordo com as necessidades do paciente e da família. Tratamento do tipo "pacotes", nos quais todos os pacientes passam pelas mesmas ações invariavelmente e independente da substância que usam, dos problemas que têm, ou da gravidade da dependência podem funcionar para um subgrupo de pessoas, mas não para todas. Não existe um tratamento único que atenda a todos os dependentes químicos. O terapeuta deve avaliar cuidadosamente cada caso, discutir com o jovem e com a família o plano de tratamento mais adequado.                      Alguns precisarão tomar medicamentos, outros não. A grande maioria não precisa ser internada, mas alguns precisam. Outros terão como indicação uma psicoterapia, ou terapia familiar, assim por diante. Só o terapeuta pode discutir com o cliente qual é a melhor opção para ele.

  G3

Maconha: Tratamento.

Infelizmente, ainda não existem medicações comprovadamente eficazes para auxiliar no tratamento da dependência de maconha, embora muitas pesquisas estejam se dedicando a isso. Mas há um remédio anti-obesidade, o rimonabanto, que parece ter alguma eficácia contra esse tipo de dependência.
De qualquer forma, o sucesso do tratamento depende basicamente de três fatores: a motivação do indivíduo em cessar o consumo da droga, o suporte de familiares e amigos, e a existência de uma intervenção médica ou psicológica adequada para cada pessoa.
As atividades de recuperação de viciados concentram-se em clínicas especializadas, onde o viciado não tem contato com a droga. Em clínicas especializadas, de acordo com o grau de dependência dos usuários, os mesmos passam por uma análise histórica e só depois são tratados e acompanhados pelos especialistas.
Há também as clínicas localizadas no campo em forma de comunidades. Ali os viciados estão em contato com outros viciados com o mesmo problema.
O grande desafio é o paciente vencer as crises frequentes de abstinência, um dos sintomas que o paciente apresenta com a interrupção do uso da substancia é a falta de apetite e as náuseas  por isso é recomendado alimentos de fácil digestão, como bananas, arroz, torradas, aveia e maçãs.

G4

MACONHA : TRATAMENTO

As psicoterapias consistem em uma das formas de tratamento que podem ser utilizadas em pacientes dependentes de maconha. Dentre elas, a terapia comportamental tem sido uma das mais utilizadas em vários serviços ao redor do mundo, mostrando resultados contrastantes.
Na verdade, o grande objetivo desta forma de terapia é a modificação do comportamento do usuário em relação ao consumo desta substância, procurando, principalmente, a modificação do seu estilo de vida, a estruturação de estratégias de evitação do uso e o manejo das recaídas, as quais, em geral, são freqüentes.
Infelizmente, ainda não existem medicações comprovadamente eficazes para auxiliar no tratamento da dependência de maconha, embora muitas pesquisas estejam se dedicando a isso. De qualquer forma, o sucesso do tratamento depende basicamente de três fatores: a motivação do indivíduo em cessar o consumo da droga, o suporte de familiares e amigos, e a existência de uma intervenção médica ou psicológica adequada para cada pessoa.
                                                                
                                                                    G6

Tratamentos - Ecstasy e Solvente

ECSTASY

O tratamento de um possível abuso ou dependência é realizado através de psicoterapias e grupos de mútua ajuda. Caso o usuário apresente outro transtorno psiquiátrico, como depressão, ansiedade, hiperatividade e déficit de atenção, ele deverá ser adequadamente tratado medicamente para isso.
A melhor forma para se evitar conseqüências nocivas é a abstinência de toda e qualquer substância. 
Caso isso não ocorra, o indivíduo deve conhecer as complicações e repercussões negativas a que estará sujeito. Os familiares e amigos devem incentivar a cessação do consumo e a procura de um tratamento especializado, quando for necessário.



SOLVENTE

É correto considerar-se o uso de solventes como passageiro, até que o usuário descubra uma outra droga de sua escolha e que vai então diminuir o uso de solventes e de inalantes. Usuários abusivos, como os meninos de rua, quase sempre morrem sem qualquer tratamento. O enfoque a se dar para o tratamento dessa dependência é psicológico e social, sendo que o terapeuta deve procurar mudar os hábitos do paciente, trabalhando o conhecimento do uso e abuso destas drogas, e suas conseqüências para o corpo humano. O apoio para o preenchimento da vida do paciente com outras atividades é fundamental para sua recuperação. O tratamento médico e psicológico das comorbidades psiquiátricas pré-existentes é muito importante para o controle do abuso ou da dependência química instalados no paciente.

G-4

Tratamentos da cocaína

       A abstinência deve ser não somente da cocaína, mas de todas as drogas de abuso, primeiro e principal objetivo do processo terapêutico.
      Outras medidas que costumam ser incluídas no processo são terapia individual e familiar, participação de grupos de auto-ajuda, busca de atividades alternativas ao consumo de substâncias psicoativas, cuidados médicos, nutricionais e dentários, análises toxicológicas, intervenção farmacológica prescrita por profissional afeito às características da dependência e tratamento em regime de internação (hospitalar e comunidades terapêuticas). Quanto mais abrangente e completo o programa terapêutico, maior a chance de recuperação.
      O tratamento em ambulatório, de fato apresenta algumas vantagens sobre a internação, por ser menos custoso (possibilita ao serviço o tratamento de um maior número de dependentes), causar menor interrupção na vida do indivíduo (muito dependentes que procuram tratamento, por exemplo, continuam a manter atividades sociais e ocupacionais importantes, auxiliando na manutenção de toda sua família).


G6

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Tratamento anfetamina

Não há remédios específicos para o tratamento da dependência para o uso de anfetaminas. Basicamente o tratamento devera ser feito com profissionais habilitados, em locais apropriados, com abstinência total, com tratamento usual para intoxicação.


G1

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Cocaína tem tratamento?

Existe tratamento para cocaína sim, mas nem todas as vezes se adequam ao tratamento. No tratamento é necessário se abstinir da droga ou de quaisquer outras ( como álcool), deve evitar contanto com usúarios e traficantes de drogas, eliminar objetos que estejam relacionados a droga como cachimbo, com a ajuda da família, que mesmo se livrando esses objetos, deve supervisionar a pessoa que passa pelo tratamento, fazer um diário (opcional), manter-se sempre ocupado, fazendo atividades físicas ou diárias, frequentar também um grupo de auto ajuda. Ao longo do tratamento a pessoa pode sofrer algumas complicações, como alucinações, convulsões. Depois de um tempo a pessoa pode voltar a fazer as atividades normais, porém evitar qualquer coisa que lembre a droga. A cura para a cocaína depende da pessoa que assim faz ou decide fazer o tratamento. 

G3

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Curiosidade sobre a Maconha

Existem relatos na medicina , sobre a utilização da maconha como forma de tratamento para a dependência química causada por drogas mais fortes , como o crack e a heroína . Alguns países como a Holanda , já se  utilizam desse método , mostrando que a maconha é a porta de saída para as drogas pesadas e não a porta de entrada , como muitos pensam .
Grupo 5 .

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Ecstasy e Solventes ~ Curiosidades


Ecstasy 

Até 1986, psicoterapeutas usavam o ecstasy em seus tratamentos. É muito fácil ter overdose com o ecstasy: um comprimido já seria o suficiente e não há indícios físicos capazes de determinar a capacidade de viciar na droga.
Em estudos realizados com usuários é comprovado que a provoca perda da atividade serotoninérgica, que leva a apresentar perturbações mentais e comportamentais, como dificuldade de memória, verbal e visual, dificuldade de tomar decisões, ataques de pânico, depressão profunda, paranoias, alucinações, impulsos e morte súbita por colapso cardiovascular.
Os usuários dessa droga sentem aumento do estado de alerta, maior interesse sexual, sensação de bem-estar, grande capacidade física e mental, euforia e aumento de sociabilização. 
.
Solventes

Um solvente muito conhecido é o ''cheirinho'' ou ''loló'' ou ainda ''cheirinho da loló'', um preparado clandestino no Brasil, à base de clorosfórmio mas éter e utilizado só para fins de abuso. Mas se sabe que quando esses ''fabricantes'' não encontram uma daquelas substâncias eles misturam qualquer coisa em substituição, assim não se sabe muito bem sua composição o que complica quando se tem casos de intoxicação aguda por causa dessa mistura.
Na época dos oráculos gregos era utilizado para intensificar experiências religiosas.
Os solventes são as drogas mais usadas entre os meninos(as) de rua e entre os estudantes da rede pública de ensino, quanso se exclui a análise de álcool e tabaco.


Grupo 6



Anfetamina Foi sintetizada pela primeira vez em 1887 na Alemanha
Na década de 1930 foi comercializada com o nome de Benzedrine para tratar asmáticos
Durante a Segunda Guerra Mundial foi usada para manter os soldados acordados e alerta Na década de 1950 a anfetamina e a metanfetamina eram usadas por condutores de camiões, estudantes e atletas. Hoje em dia as anfetaminas são usadas para tratar a narcolepsia e a Desordem por Défice de Atenção com Hiperactividade

G1

CURIOSIDADE SOBRE O LSD


Ainda na história do LSD podemos citar uma banda conhecida mundialmente e que foi influenciada pelo psicodelismo e pelo LSD chegando a compor músicas relacionadas à droga. The Beatles! Isso mesmo!! “Lucy in the sky with Diamonds” e “She said she said” foram algumas destas músicas. Caso você não as conheça ou se você já conhece, aí estão dois links! Clique e divirta-se!

G3

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Curiosidades sobre o álcool

Tomar bebidas alcoólicas no frio mantém o corpo aquecido? Não. Muito pelo contrário! Ocorre uma ilusão de aquecimento porque o álcool dilata os capilares e os enche de sangue. Bebidas alcoólicas podem até promover  ulcerações sob frio intenso.


A cerveja aumenta a barriga?

R: O que causa a barriga é simplesmente o excesso de energia acumulada! Em uma lata de cerveja, há a mesma quantidade de calorias que um bife, ou seja, são 70 calorias. Em uma festa, uma pessoa consome várias latas de cerveja, a mesma quantidade de calorias que vários bifes. E se toda essa energia acumulada não é gasta, resulta, então, na famosa barriga de cerveja!

G2

Curiosidade sobre a Cocaína


O uso da cocaína durante a gestação pode ser responsável de bebês pequenos (retardo de crescimento intra-uterino), microcefalia (malformações), abortos e também após o nascimento, o bebê pode ter o comprometimento neurológico e ter manifestações compartamentais diferentes como chorar de forma inconsolável. 

Fotos de um Bebê que teve Malformação


G3

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Curiosidades sobre o álcool - Grupo 5

Quando consumido em excesso, o álcool é visto como um problema de saúde, já que esse excesso pode estar ligado a acidentes de trânsito, violência e alcoolismo (quadro de dependência).
Os efeitos do álcool são percebidos em dois períodos, um que estimula e outro que deprime. No primeiro período pode ocorrer euforia e desinibição. Já no segundo momento ocorre descontrole, falta de coordenação motora e sono. Os efeitos agudos do consumo do álcool são sentidos em órgãos como o fígado, coração, vasos e estômago.
Em caso de suspensão do consumo, pode ocorrer também a síndrome da abstinência, caracterizada por confusão mental, visões, ansiedade, tremores e convulsões.


Curiosidades - LSD

LSD – PODE AJUDAR NA CURA DE ALCOÓLATRAS

Segundo os pesquisadores da Universidade Norueguesa da Ciência e Tecnologia analisaram estudo sobre a droga realizado em 1966 e 1970.O LSD pode ajudar alcoólatras largarem o vicio,eles utilizaram informações de 6 experimentos envolvendo mais de 500 pacientes e concluíram que a droga teve um efeito tanto significativo contra o consumo do alcoólicos efeito se manteve por seis meses após o consumo do alucinógeno, mas desapareceu depois de um ano.Alguns receberam uma única dose de LSD de entre 210 e 800 microgramas.No grupo de pacientes que usou a droga 59% mostraram queda no consumo de bebidas alcoólicas em comparação com 38% no outro grupo “efeito duradouro” .O LSD é uma das drogas alucinógenas mais fortes já identificada, que aparentemente bloqueia uma substancia química no cérebro, a serotonina , que controla funções como percepção , comportamento , fome e humor.Os autores do estudo são Teri Krebs e Pal-Orjan Johansen, eles disseram que o LSD tem um efeito duradouro porém que doses mais fortes teriam melhores resultados .

G2

Curiosidade sobre Ecstasy e Solventes

Ecstasy 

 O ecstasy é conhecido com a "Pílula do Amor", já que aumenta a concentração de um neurotransmissor (substância responsável pela comunicação entre os neurônios) chamado serotonina. A serotonina está intimamente ligada às sensações amorosas.


Solventes 

 Os solventes por serem potentes depressores do Sistema Nervoso Central, mascaram a vontade de comer, assim com as demais funções fisiológicas, mas não se pode dizer que seja uma droga anorexígena (que reduz o apetite).



GRUPO 2